RCC Tocantins
18/11/2017 - 11h50m

Sobre os 50 anos da RCC, arcebispo de Palmas diz: "O melhor que Deus tem, ainda está por vir"

 

Em entrevista exclusiva na manhã deste sábado, 18 de novembro, o arcebispo de Palmas Tocantins e presidente do Regional Norte III, Dom Pedro Brito, falou sobre as bençãos derramadas pelo Espírito Santo no seio da Igreja Católica, através da Renovação Carismática (RCC). Para Dom Pedro, no auge dos seus 50 anos, a RCC pode esperar pelo melhor de Deus. “Eu queria dizer que quando se fala em 50 anos se acha que é muito tempo. Mas, é tão pouco tempo nesse mundo instável e carente que vivemos. Eu gosto sempre de dizer que o melhor que Deus tem ainda está por vir, ainda não chegou o melhor de Deus”, disse, referindo-se ao futuro da RCC e da Igreja. 

O refrão do salmo da liturgia deste sábado destaca que é preciso sempre recordar as maravilhas do Senhor. Tomando por base esse salmo, o arcebispo pontuou que a RCC precisa sempre fazer memória dos benefícios e bençãos derramadas em sua história. “Não esqueçam de recordar as maravilhas do Senhor. É um exercício que a gente tem de fazer porque somos meio esquecidos e às vezes achamos que tudo o que passou é melhor do que o que vem pela frente”, destacou.

Dom Pedro também lembrou que a RCC precisa viver bem a sua missão e produzir bons frutos para a Igreja e para o mundo. “A RCC é uma maravilha de Deus. E com essa missão, a gente tem que fazer jus àquilo que nós somos, produzindo frutos bons. Se a Renovação se mobilizou, se ela tocou o coração, ela é uma maravilha de Deus e deve fazer jus para que esses 50 anos sejam um impulso, um trampolim para a passagem de outros anos que virão pela frente”, disse.

Para os próximos anos, o arcebispo lembra que é preciso refletir sobre o contexto das novas gerações. “Nós estamos plantando uma nova geração. Os estudiosos dizem que estamos numa transição de uma geração para outra. E nós temos que abrir os olhos e o coração para intuir o que Deus quer, o que esse povo precisa, qual trabalho de evangelização vamos fazer para essas pessoas”, alertou. Dom Pedro enfatizou ainda que os grupos de oração precisam estar abertos a compreender o coração e os anseios das novas gerações, para assim, ofertar-lhes o melhor de Deus. “Quem quiser perseverar no futuro, tem que entender o coração das novas gerações”. (Ministério de Comunicação RCC Tocantins) 

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