RCC Tocantins
10/04/2016 - 13h04m

Amor e Misericórdia de Deus em Ação

Leyliane Lima 

Uma das moções do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica para este ano, veio no sentido do “tocar as pessoas”, direcionamento esse que se manifesta justamente no ano do Jubilei Extraordinário da Misericórdia.

A manhã deste domingo (10), no Encontro Estadual de Servos (EES), foi marcada por momentos intensos de oração e pregação. Logo após a Santa Missa e um breve louvor, aconteceu a primeira pregação, feita pela Presidente da RCC do Distrito Federal, Kedina Rodrigues. Ela iniciou a pregação ressaltando que o “tocar nas pessoas” vem ao encontro da realidade dos grupos de oração. Segundo Kedina, “temos o entendimento de que tudo aquilo que molda os nossos grupos (ministérios, servos, local) tem a sua extrema relevância e importante para que ele exista, no entanto, jamais devemos esquecer que o seu principal sentido, a sua verdadeira essência, é fazer com que possamos levar cada vez mais pessoas a terem um verdadeiro batismo no espirito santo”.

Pela leitura do evangelho de Marcos, 2, 1, a pregadora enfatizou que “compreendemos pela historia ali relatada, que aconteceu algo extraordinário naquele dia, naquela casa que Jesus se encontrava, quando quatro homens movidos pela fé, apresentam diante do Senhor um homem paralitico, demonstrando dessa forma, o quão evidente se torna o fato de que aonde Deus se encontra, ele tem o poder de atrair as pessoas.” 

Diante desse contexto, Deus nos dá uma ordem, que é ir ao encontro de homens e mulheres que talvez nunca tenham ouvido falar de Deus, e se encontram nesse momento paralisados na sua fé,  lembrando sempre que o Senhor é fiel naquilo que precisamos e devemos fazer.

Assim, cabe a nós nos questionarmos: “Por quantas vezes somos indiferentes as pessoas a nossa volta, e ignoramos aqueles que têm sede de Deus, e não sabem como encontra-lo?” O meu e o seu coração precisa sentir a dor do outro, precisamos de fato ser a real misericórdia de Deus.

Pelo evangelho de Lucas 10,30, um novo direcionamento que caminha de acordo com o anterior, qual seja, o fato de que Deus nos impulsiona a sermos ilhas de misericórdia, no meio do mar da indiferença.

O nosso grupo de oração deve ser sempre o melhor, assim como o nosso coração que deve estar sempre aberto para acolher toda e qualquer pessoa, respeitando-se as diferenças de cada um, pois Deus fala e manifesta a cada um dos seus filhos de maneira diferente.

Temos que ser o rosto do Cristo que perdoa, e não o rosto do homem que julga e condena, assim devemos sair de nós mesmos e ir ao encontro do outro, sendo a misericórdia de Deus.

Não podemos viver pregando o evangelho, e não termos atitude de levar Deus aos irmãos que se encontram paralisados espiritualmente, então “vai, e faze tu o mesmo (Lucas 10, 37)”, pois a graça de Deus te basta.

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