RCC Tocantins
30/09/2014 - 09h47m

A importância da unidade no grupo de oração é tema de pregação no Congresso de Porto Nacional

Fernando Holanda 
Adriana Castelo Branco

“Conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da Paz” (Efésios 4,3). Foi com o tema do II Congresso Diocesano da RCC de Porto Nacional em Palmeirópolis que iniciou a pregação da manhã de sábado (27), ministrada por Fernando Maia, coordenador da Forania de Gurupi.

Antes de começar a Palavra, o Ministério de Música Nova Aliança, de Taguatinga – TO, cantou a música “Seja Um”, de Juninho Cassimiro, introduzindo e interiorizando a preleção. 

Maia enfatizou a importância da unidade no grupo de oração, fazendo analogia da Igreja a um corpo, em que todas as partes têm funções e importâncias no todo. Assim como diz em I Coríntios 12, 12, “Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros do corpo, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo.”

Fernando discorreu que para se chegar ao vínculo da Paz faz necessário obedecer a algumas características, a primeira e a mais importante: o Amor, pois sem ele nada funciona. O segundo é o Perdão, a chave para o amor, pois como diz o Pe Fábio de Melo “ Só quem já perdoou na vida sabe o que é amar”. A humildade é a próxima, pois “Ninguém é tão pobre que nada possa dar e ninguém é tão rico que não precise receber”, como já dizia Alvaro Granha. 

Ele ainda falou sobre a Paciência com o irmão e a obediência aos líderes da Igreja, porque quem obedece nunca erra, assim como Nossa Senhora nos diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5). 

Maia alertou que a Casa dividida se destrói por si mesmo e que isto é uma ação do Inimigo, como mostra a Palavra em Lucas 11, 17 “Todo o reino dividido contra si mesmo será destruído e seus edifícios cairão uns sobre os outros”. O coordenador falou sobre as características que destroem a Igreja: Discórdia, Inveja, Fofoca, Mentira e Rebeldia. “Renunciar é a decisão”, afirmou.

A pregação foi finalizada com um grande momento de oração, com os participantes tocando a cruz em sinal de libertação a todas as características do Maligno, opostas as da unidade.

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